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Rendimento escolar e brincadeiras: como estão interligados?

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Quando o boletim não vem como o esperado, a primeira reação de muitos pais é cortar os momentos de lazer: menos brincadeira, mais estudo! Já ouviu ou até falou isso, não é mesmo? 

Mas e se a chave para melhorar as notas estiver justamente no tempo livre, nos jogos, nas atividades físicas e nas experiências fora da sala de aula? É aí que entra a conexão entre rendimento escolar e brincadeiras, uma relação que a ciência já comprovou ser profunda, complexa e extremamente positiva. 

Neste artigo, você vai entender por que brincar é muito mais do que diversão e como esse hábito pode ajudar (e muito) no aprendizado das crianças. Tudo com dados confiáveis, explicações simples e dicas práticas. Vamos lá?

O que dizem os estudos sobre rendimento escolar e brincadeiras?

Uma pesquisa publicada no Pediatrics Journal mostrou que crianças que têm recreio diário apresentam melhor comportamento em sala e mais facilidade de concentração (Pediatrics, 2009). 

Outro estudo conduzido pela Harvard Graduate School of Education mostrou como o desenvolvimento socioemocional e cognitivo (incluindo a autorregulação e a memória de trabalho) são fundamentais para o aprendizado. 

Embora ele não fale apenas sobre atividade física, esse estudo enfatiza a interconexão de diferentes domínios do desenvolvimento, nos quais a atividade física e a brincadeira são catalisadores essenciais.

Ou seja: o rendimento escolar e brincadeiras estão intimamente ligados não só no campo emocional, mas também no neurológico.

Por que brincar ajuda a aprender?

Brincar é, para a criança, o que estudar é para o adulto. É a maneira como ela entende o mundo, testa hipóteses, convive com o erro e pratica habilidades cognitivas e sociais. Veja como isso acontece na prática:

  • desenvolvimento da atenção: brincadeiras com regras e objetivos ajudam a criança a manter o foco e seguir sequências lógicas;
  • estímulo à criatividade: ao criar histórias, personagens e jogos, a criança desenvolve pensamento crítico e flexível;
  • fortalecimento da memória: jogos que exigem lembrar etapas, estratégias ou comandos trabalham a retenção de informações;
  • resolução de problemas: ao lidar com desafios durante a brincadeira, a criança exercita autonomia e raciocínio lógico.

Essas competências são a base para um bom rendimento escolar e podem ser estimuladas de forma natural em playgrounds, jogos de tabuleiro, brincadeiras ao ar livre e dinâmicas em grupo.

Criança sorrindo ao lado de um quadro-negro com desenhos coloridos de um barco à vela, durante aula ao ar livre na escola.

E o corpo? Também participa do aprendizado

O corpo é uma ferramenta de aprendizado incrível, e por isso, a prática regular de brincadeiras que envolvem movimento melhora a oxigenação cerebral, libera endorfinas e ajuda a criança a regular emoções, segundo o CDC (Centers for Disease Control and Prevention). 

Além disso, atividades físicas desenvolvem a coordenação motora e a consciência espacial, habilidades fundamentais para a escrita, leitura e cálculo, garantindo um melhor rendimento escolar. 

Crianças que brincam mais tendem a ter mais facilidade com tarefas que exigem atenção visual e controle motor fino, dois pilares do desempenho escolar na primeira infância.

Como incluir mais brincadeiras na rotina sem comprometer os estudos?

Muita gente acha que incentivar o brincar vai prejudicar o rendimento escolar. Mas é justamente o contrário: o segredo está no equilíbrio:

  • crie uma rotina com pausas planejadas: a cada 40-50 minutos de estudo, inclua uma pausa de 15 minutos para brincar ou se movimentar;
  • aproveite os fins de semana para atividades ao ar livre: parques, quintais e playgrounds são aliados poderosos no desenvolvimento infantil;
  • escolha brinquedos e jogos que estimulem o raciocínio: quebra-cabeças, dominó, jogos de tabuleiro e circuitos de obstáculos são excelentes;
  • evite usar o brincar como punição ou recompensa: ele deve ser parte natural da rotina e não um prêmio condicionado ao desempenho.
Duas crianças brincando em escorregador colorido na área de lazer ao ar livre, com fundo de árvores e céu nublado.

E quando não há espaço para brincar?

Um dos grandes desafios das famílias hoje é a falta de espaço físico. Morar em apartamentos pequenos ou em áreas urbanas pode dificultar o acesso ao brincar livre. É aí que entram os playgrounds planejados.

Na PlayRio, você encontra estruturas seguras, duráveis e projetadas para estimular o desenvolvimento motor, emocional e social das crianças, aumentando o rendimento escolar de maneira divertida.

Nossos brinquedos seguem as normas da ABNT e são ideais para condomínios, escolas, hotéis e até residências particulares. Tudo isso com montagem profissional e materiais resistentes ao tempo e ao uso intenso.

Então, se você busca formas de integrar rendimento escolar e brincadeiras na rotina dos pequenos, conhecer os nossos modelos pode ser o primeiro passo para transformar qualquer espaço em um ambiente de aprendizado.

Brincar é parte do processo

Hoje, provamos mais uma vez que brincar não é perda de tempo. É preparação para a vida. Quando reconhecemos o valor das brincadeiras no desenvolvimento integral da criança, abrimos caminho para um rendimento escolar mais saudável e duradouro.

O desafio está em equilibrar livros e risadas, deveres e descobertas. E, nesse equilíbrio, a brincadeira cumpre um papel essencial: tornar o aprender mais leve, o crescer mais completo e o dia a dia mais feliz.

Que tal começar por um espaço que estimule tudo isso? Acesse nosso site e descubra como levar mais aprendizado e diversão para a infância dos seus pequenos.


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